NINGUÉM ME TUCUTA, CUTUCA NO FACEBOOK

ORIGEM

Em julho de 2011 e após o término de um namoro de 4 anos, José Rossoni Rodrigues (22), morador de Porto Velho Velho (RO), desabafou ao irmão que ninguém se interessava por ele ou sequer o “cutucava” na rede social “Facebook”, após três meses cadastrado na plataforma – a opção “cutucar” é uma forma de chamar a atenção dos usuários, aumentando o nível de interação entre os mesmos. A única vez que isso ocorrera, segundo o próprio, teria sido a seu pedido e realizado por sua melhor amiga.

Num domingo, dia 24/07/2011, à noite, seu irmão postou o vídeo do desabafo no YouTube sob o título: “Ninguém me cutuca no Facebook”. O registro atingiu a marca de 700 mil acessos em cinco dias. Somente nos três primeiros, Rossoni recebeu 2 mil cutucadas; de 95 amigos na rede social, passou para quase 5 mil, além de 1 mil solicitações de amizade pendentes no mesmo período de tempo.

DIFUSÃO E REPERCUSSÃO

O vídeo original possui mais de 3 milhões de visualizações, alcançando, à época, bastante popularidade em forma de compartilhamento nas redes sociais.

Google Trends

O Google Trends indica confirma o interesse a respeito do vídeo.

Apesar de uma procura média significativa de quase um semestre, o vídeo não se desdobrou em conteúdo de relevância – memes, paródias, etc. Rossoni, entretanto, se aventurou na rede, onde possui um canal no YouTube.

EXEMPLOS NOTÁVEIS

 

Rafael Polêmico
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Rafael Polêmico
About / Bio
Um currículo? Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano pela Universidade Federal Fluminense, bacharel em Direito com complementação em Empreendedorismo e Inovação, graduando em Arquivologia, voluntário do projeto #MUSEUdeMEMES. Uma cor? Azul. Uma atriz? Fernanda Montenegro. Um cantor? Roberto Carlos. Um exemplo? Jesus Cristo. E Ivete. Vida? Deus. Deus? Vida. Vivi ou Gracy? Belo. Uma frase? Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Um museu? De memes. Esse é Rafael Polêmico.
 
 

1 comentários

  1. Renato Maia disse:

    primeiro

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